[Entrevista] Trasgo Impressa Ano 1 – Conheça e apoie

Com três anos de existência e publicação trimestral, a revista Trasgo é hoje o principal veículo de divulgação de novos autores no Brasil. Idealizada por Rodrigo van Kampen, a revista aposta nos gêneros fantasia e ficção científica e já construiu um público cativo ao longo de suas 13 edições. Hoje, o desafio é lançar a primeira tiragem impressa da Trasgo. Para alcançar esse objetivo, os idealizadores optaram por um financiamento coletivo via Catarse. Caso atinja a meta, a primeira edição impressa contará com 26 contos retirados das edições 1 a 4 da Trasgo mais três contos inéditos. Confira a nossa entrevista com o Rodrigo e saiba mais sobre o projeto.

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[Resenha] Os Órfãos de Deus

Após a violenta morte de seus pais, Alice é levada pela polícia ao orfanato Órfãos de Deus. Ao ver a criança e sua natureza tranquila e pura, a freira Mariana é impelida a impedir que a menina se junte aos demais órfãos, pois teme por sua segurança. Ela sabe que naquele orfanato, uma menina frágil não teria vez ao lado das outras crianças, todas marcadas por episódios de violência doméstica. É assim que Victor F. Miranda nos apresenta “Os Órfãos de Deus”.

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[Artigo] Por que gostamos tanto de histórias sobre zumbis?

Correndo o risco de parecer atrasada confesso: tive a ideia de escrever esse artigo depois de assistir à Invasão Zumbi (Train to Busan). Sou apaixonada por terror. Em especial pelas narrativas de terror orientais, que não costumam ter escrúpulos. Igualmente gosto de histórias de zumbis e, pelo que percebi, esse é o tipo de história que não perde o seu fascínio não importa em que momento apareça. Já nos cansamos das histórias de vampiros, de lobisomens e mesmo das distopias YA, mas corremos animados ao mero sinal da próxima história de zumbis que aparece. Por quê?

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[Entrevista] Apoie Estações de Caça

Ouça quatro canções, quatro vidas e quatro estações da época em que os deuses andavam sobre a terra.

Estações de Caça é o novo projeto de Lauro Kociuba, autor de A Liga dos Artesões. Ambientando no Reino Unido do século X, a história acompanha o protagonista Haakon em um paralelo às estações do ano – cada fase representando um novo aprendizado em sua vida. Embora o livro faça parte do Universo Alvores, a obra é independente – não exigindo a leitura de nenhum conto ou livro anteriores. Atualmente, o projeto está disponível para apoio no Catarse. A meta é arrecadar R$ 12.780 até 04/08. O valor será utilizado para custear as despesas com gráfica, recompensas, ilustrações, etc. Tudo muito bem explicadinho lá no espaço do projeto.

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[Notícia] Conheça o Pacotão Literário: o Humble Bundle da literatura nacional

O mercado literário brasileiro é, naturalmente, um ambiente hostil para autores publicados por Editoras, que enfrentam problemas como a baixa receptividade do público nacional, a pouca verba para marketing, além do espaço de exposição limitado nas grandes livrarias. Essa questão se agrava quando falamos de autores autopublicados, que contam basicamente com a disposição em “fazer seu nome” com muitas promoções, distribuição gratuita de obras, muito networking em eventos e a ajuda da comunidade indie. Portanto, é preciso criar alternativas que fortaleçam a comunidade literária independente, aumentando a penetração das obras existentes.

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[Entrevista] Editora Dame Blanche: um novo fôlego para a literatura especulativa nacional

No começo desta semana, os autores nacionais receberam uma maravilhosa notícia: o nascimento da Editora Dame Blanche – fundada por Clara Madrigano e Anna Fagundes Martino (contando com o suporte canino do estagiário River). Focada em literatura especulativa, a Dame Blanche deseja abrir espaço para obras com protagonistas surpreendentes e narrativas representativas que abram espaço para um novo tipo de ficção especulativa – uma menos limitada pelos padrões atuais. Como elas próprias falam no site da editora:

Queremos protagonistas que nos surpreendam, que nos cativem, que mostrem todo o potencial da ficção fantástica. Queremos feministas, heroínas que não esperem por um herói que as salve. Estamos à procura de talentos como Charlie Jane Anders, Nnedi Okorafor, Seanan McGuire, Maria Dahvana Hadley, Kat Howard, Helen Oyeyemi, Ken Liu, N. K. Jemisin.

Assim que soube da Dame Blanche corri para entrevistar as fundadoras, que foram bastante solícitas em me atender. Acompanhe o meu papo com a Clara e a Anna e saiba mais um pouco sobre a editora.

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[Resenha] Brasil Cyberpunk 2115 é uma aventura “adamsniana”

Não se engane. Por trás do título poderoso e da capa sugestiva, o que você encontra em Brasil Cyberpunk 2115 não é uma séria epopeia cyberpunk, mas uma história divertida cujo tom nos lembra a narrativa de Douglas Adams.

– Ah não, cê não vai vir com esse papinho agora? Depois cê leva um tiro na cara e me sobram esses dois sacos não sei do quê, daí aparecem uns DMs aqui na minha casa, me prendem em flagrante, escrevo minhas memórias na prisão, viro uma líder espiritual, ganho respeito da comunidade, tenho uma recaída com prostitutas, peço perdão na hipernet… Enfim, cê acaba com a minha vida.

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[Artigo] Aos autores transgênero que nunca li

Este artigo foi inspirado no texto Apoie a escritora, de Aline Valek. Vale a leitura 😉

Gostaria de começar me desculpando. Por todas as vezes em que usei os termos “traveco”“mulher-macho” e outros do gênero, eu peço perdão. Vocês não merecem isso. Eu poderia colocar a culpa na falta de conhecimento, na coisinha sem valor que era minha cabeça à época. Gastar todo meu português com as desculpas que comumente pululam por aí do tipo “é só uma brincadeira”, mas a verdade é que foi pura falta de empatia. Então, por favor, quando e se puderem, me desculpem.

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[Artigo] Porque você deveria conhecer “Hamilton: An American Musical”

Alexander Hamilton
My name is Alexander Hamilton
And there’s a million things I haven’t done
But just you wait, just you wait…

É assim que somos introduzidos ao eletrizante universo de Hamilton: An American Musical. Produzido pelo ator e compositor Lin-Manuel Miranda, o musical tem sido considerado a nova sensação da Broadway, com músicas compostas na batida do rap e do hip-hop e um elenco que salta aos olhos pela diversidade (por exemplo, os personagens Hamilton, Jefferson, Burr e Washington – grandes ícones políticos dos EUA – são interpretados por negros e latinos). E foi com toda essa diversidade que Hamilton conquistou não apenas mais de 200 mil ingressos vendidos, mas o respeito e o prestígio da comunidade artística.

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